terça-feira, 8 de junho de 2010




O Feriado de Corpus Christi em Santa Maria de Jetibá



Passar o feriado de Corpus Christi em Santa Maria de Jetibá, foi experimentar de fato comunitariamente o Mistério Pascal acontecendo em todas as pessoas e grupos que amam e vivem de fato a Eucaristia. O convite para estar em Santa Maria começou a ser gestado em abril do ano corrente, a principio veio no pensamento hummm o nosso pároco não vai gostar muito de saber que num momento tão importante da Paróquia nos ausentassemos, mas entramos num acordo e lá fomos nós participar da Missa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, foi uma solene Eucaristia, ouvimos na partilha da Palavra proclamada, que o Banquete é uma festa, e para uma festa vestimos a melhor roupa, mas não aquela externa e sim a do coração.
A noite foi chegando e com ela o frio, mas o calor de viver a Ceia Judaica, entre os alunos da Escola Teológica e outros membros da Paróquia, fez-nos viver este momento como sendo o primeiro de nossas vidas, pois esta foi a quarta vez em que participei de um Hagadá. Frutos do Hagadá, novos amigos! O testmunho do Sr. Henriquinho me marcou profundamente, dizia ele: Eu ja estou de idade e venho participar de um momento como este, isto é para a juventude, mas eu vou contar aos jovens lá na minha comunidade!
Mas o nosso feriado não terminou no dia de Corpus Christi, demos uma esticadinha e aproveitamos para apresentar um pouco Santa Maria de Jetibá a quem não conhecia e estava passeando conosco nestes dias. No Sábado fomos participar da missa na Comunidade Nossa Senhora Aparecida, singela e muito acolhedora. Lá participei meio que de improviso da equipe de Canto, salmodiando e anunciando os demais cantos, foi um experiencia e tanto com o Sr. Manoel, que com seu testemunho( deficiente visual), mostrou-nos que para Deus não há dificuldade para servir, toca um violão que é uma beleza!
Enfim, chegou a hora de voltar para casa! Na bagagem a alegria dos novos amigos, e muitas lembranças, registradas nas centenas de fotos, mas sobretudo no coração, meu muito obrigada aliás nosso muito obrigada ao Pe. Ermindo pela acolhida, paciencia de nos aguentar tantos dias em sua casa. Mas no fim das contas foi uma festa, é que nós somos assim, uma FAMÍLIA.
Umabraço a todos da Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz.
Maria José Gonçalves & Cia
Agente de Pastoral da Paróquia Virgem Maria – Itacibá – Cariacica - ES

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Tempo Comum


Todo o ano litúrgico gira em torno de um único mistério: a morte e ressurreição de Jesus em sua plenitidade. No tempo comum, como nos demais tempos litúrgicos, damos continuidade à celebração desse mistério de Cristo. Em cada domingo, fazemos memória dos relatos da vida pública de Jesus. Celebrando diferentes acontecimentos narrados na Sagradas Escrituras, vamos nos aproximando mais e mais do mistério de amor de Deus pela humanidade.

Tendo como ponto de referência a Páscoa, cada domingo é o fundamento e o núcleo do próprio ano litúrgico (SC 106). Até porque de acordo com o testemunho das Escrituras, a assembléia cristã de culto acontece no primeiro dia da semana (1Cor 16,2; At 20,7).

Falar do tempo comum, é na verdade ressaltar cada domingo como memorial da ressurreição. Reunindo-se no primeiro dia da semana para celebrar o Mistério Pascal, a comunidade expressa a essência da sua fé e a certeza de sua esperança. Por isso, o domingo é dia de festa primordial que deve ser lembrado e inculcado à piedade dos fiéis (SC 106).

Atualizando o mistério, a comunidade celebra sua própria ressurreição na vida nova que o Senhor lhe comunica, através da Palavra e do Sacramento do Sacrifício do seu corpo e Sangue. O primeiro dia da semana é também o oitavo (Sc 106) porque antecipa o último, a ressurreição definitiva, colocando-nos na tensão para o futuro do Reino e do retorno do Senhor.

IHS
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Solenidade de Corpus Christi

A Solenidade de "Corpus Christi"
Celebrando Corpus Christi, queremos renovar nosso autêntico compromisso de batizados, um compromisso pastoral prioritário da revalorização do domingo e, com ela, da celebração eucarística: “um compromisso irrenunciável, abraçado não só para obedecer a um preceito, mas como necessidade para uma vida cristã verdadeiramente consciente e coerente” (João Paulo II, “Novo Millennio Ineunte”, 36).

Adorando a Eucaristia, não podemos deixar de pensar com reconhecimento na Virgem Maria. Sugere-o o célebre hino eucarístico que cantamos muitas vezes: “Ave, verum Corpus, natum de Maria Virgine” (“Ave, ó verdadeiro Corpo, nascido da Virgem Maria). Peçamos hoje à Mãe do Senhor que todos os homens possam saborear a doçura da comunhão com Jesus e tornar-se, graças ao pão de vida eterna, participantes do seu mistério de salvação e de santidade.
No dia 03 de Junho de 2010 celebraremos a solenidade de “Corpus Christi”. De tradição antiquíssima, esta festa, comemorada de modo solene e pública, manifesta a centralidade da Santa Eucaristia, sacramento do Corpo e Sangue de Cristo: o mistério instituído na última Ceia e comemorado todos os anos na Quinta-Feira Santa, após a solenidade da Santíssima Trindade.

Neste dia, manifesta-se a todos, circundado pelo fervor de fé e de devoção da comunidade de todos os batizados, o Mistério de Amor que nos foi legado por Cristo, para memorial eterno de sua Paixão. A Eucaristia, realmente, é o maior tesouro da Igreja, a preciosa herança que o Senhor Jesus lhe deixou. E, assim, a Igreja conserva a Eucaristia com o máximo empenho e cuidado, celebrando-a diariamente na Santa Missa, bem como adorando-a nas igrejas e nas capelas, levando-a como viático aos doentes que partem para a vida eterna.

A Eucaristia transcende a Igreja: Ela é o Senhor que se doa “pela vida do mundo” (Jo 6,51). Ontem, hoje e sempre, em todos os tempos e lugares, Jesus quer encontrar o homem e levar-lhe a vida de Deus. Por isso, a transformação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo constituiu o princípio da divinização da mesma criação. Nasce, deste modo, o gesto sugestivo e oportuno de levar Jesus em procissão pelas ruas e estradas de nossas cidades e comunidades. Levando a Santíssima Eucaristia pelas vias públicas, queremos imergir o Pão que desceu do céu na vida quotidiana da nossa vida; queremos que Jesus caminhe onde nós caminhamos, que viva onde nós vivemos. Pe Wagner Augusto Portugal
Retirado do site www.catequisar.com.br

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