quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Lutero e sua devoção Mariana


Lutero era completamente devotado a Nossa Senhora, e crente em todas as doutrinas tradicionais marianas.
Veremos, por meio de fontes escritas pelo próprio Lutero, o que os fatos históricos nos revelam:

“Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

“É uma opinião doce e piedosa que a infusão da alma de Maria ocorreu sem o pecado original; de modo que, ao infundir a sua alma imune ao pecado original, foi adornada com presentes de Deus, recebendo uma alma pura, infusa por Deus; assim, desde o primeiro momento em que começou a viver ela esteve livre de todo o pecado.” (Sermão: “No dia da concepção da Mãe de Deus,” Dezembro [?] 1527,

“É cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Para que fosse cheia pela graça de Deus com tudo de bom e para fazê-la vitoriosa sobre o diabo.” (Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, 1522)

“A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” (Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

“É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai.” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1522.)

“Maria é a Mãe de Jesus e a Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou no colo dela… Se ele é nosso, deveríamos estar na situação dele; lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo aquilo que ele tem deveria ser nosso. Portanto, a mãe dele também é nossa mãe..” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1529.)

Uma coisa é certa: a rejeição à Maria não vem de Lutero, é “coisa nova”.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

10 de Agosto dia do Diácono


Em agosto, mês das vocações, deparamo-nos com a vocação Diaconal e a
Presbiteral. E também o Dia dos pais, no segundo domingo do mês, quando
começa a semana nacional da família. Se no dia 04 de agosto a Igreja
comemora o "dia do Padre" ao celebrar a memória do Cura d"Ars, no dia 10 de agosto é a vez de celebrar o "dia do Diácono",
na festa de São Lourenço, diácono e mártir e patrono dos diáconos. De
São Lourenço recordamos o seu testemunho a respeito dos "bens" da
Igreja: “a riqueza da Igreja são os pobres!”

D om de Deus
I mprescindível para a Igreja
A póstolo das novas fronteiras de missão
C hamado a ser para todos sinal do Cristo servo
O perário incansável da Messe
N obre arauto do Evangelho, ministro das Mesas e testemunha da Caridade.
O uvido, boca, coração e alma do Bispo.

P ermanente e vigilante servidor dos necessitados
E m diaconias, comunidades ambientais ou setoriais
R econstrói relações onde elas não mais existem.
M antém sempre acesa a lâmpada da solidariedade, do amor-caridade.
A rticulador do ecumenismo e do crescimento conjunto das igrejas
N o seu ministério une de forma única os sacramentos do matrimônio e da ordem.
E m sua missão incentiva ministérios leigos sempre mais conscientes e comprometidos.
N o cuidado pastoral e na celebração zelosa dos sacramentos e sacramentais
T orna viva e eficaz a Palavra da qual é mensageiro.
E vangeliza com palavras e ações, dando sua vida em resgate de muitos.

Diácono Julio Bendinelli

A vocação do leigo



Muito ouvimos em nossas comunidades o termo “leigo”. Mas, o que quer dizer leigo? A palavra vem do latim Laicus: o que não tem ordens sacras, que não é ordenado. Assim todo cristão solteiro ou casado, batizado em Cristo, tornando- se membro da sua Igreja, é convocado a ser apóstolo, anunciador do Reino de Deus, no exercício de suas funções diárias. O leigo antes de tudo é pelo Batismo filho de Deus. Como tal, deve demonstrar em todos os instantes e lugares que Cristo rege sua vida e que procura viver conforme o Evangelho.
Dentro da comunidade eclesial, conforme a disponibilidade de cada um, os leigos são chamados a exercer diversas tarefas: catequista, Ministro extraordinário da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. São chamados também a colaborar no governo paroquial e diocesano, participando de conselhos comunitários, paroquiais e pastorais. Apesar desses serviços que desempenham na comunidade, a missão mais importante dos leigos é no mundo. Eles são chamados a realizar sua missão dentro das realidades nas quais se encontram no dia-a-dia: na família, no trabalho, na escola, no mundo da política e da cultura, nos movimentos populares, nos meios de comunicação, o leigo é chamado a testemunhar, pela palavra e pela vida, a mensagem de Jesus Cristo. Nessas realidades, é chamado a desempenhar sua missão de realizar o projeto de Deus no mundo.
Assim todos nós batizados somos chamados a dar testemunho em nossa vida diária do amor de Deus pela humanidade; O cristão leigo tem o papel de libertar o mundo dos falsos ídolos e de todas as prisões que oprimem e destroem a pessoa humana. Vivendo no mundo como solteiro, casado ou consagrado, os leigos são fermento na massa, sal da terra e luz do mundo. Cabe a cada um de nos ouvir esse apelo e por a disposição os dons que de graça recebemos a serviço deste reino.
HELVIS LUIS HERBEST

VOCAÇÃO RELIGIOSA: UM SIM A DEUS E AOS IRMÃOS



Deus tem um chamado universal que é a santidade, algo possível a todos por uma graça divina, estendida à vivência numa vocação específica como a vocação religiosa que é a resposta dada por homens e mulheres que são chamados a testemunhar Jesus Cristo seguindo os passos do mestre que convida essas pessoas a serem pastores do seu rebanho e continuadores da construção do seu Reino. Dizer sim a Deus é viver a experiência do amor mútuo na dimensão da fé, da caridade e principalmente na vivência da oração. Mas antes de seguir o caminho da vida religiosa é importante ressaltar que não só esta vocação, mas sim todas elas surgem do chamado de Deus, até mesmo porque todas elas procedem da consagração batismal.
O catecismo da Igreja católica nos afirma: “A vida religiosa faz parte do mistério da Igreja. É um dom que a Igreja recebe de seu Senhor e que oferece como um estado de vida permanente ao fiel chamado por Deus na profissão dos conselhos. [...] A vida religiosa é convidada a significar, em suas variadas formas, a própria caridade de Deus, em linguagem de nossa época.” ( parágrafo 1672) ou seja, o exercício da caridade deve ser confirmada a Deus a cada momento, sejamos todos caridosos com os que necessitam da caridade.
Toda vida cristã em união com Cristo é uma consagração à Trindade, portanto, existe um sentido amplo de vida consagrada que envolve a todos, que são batizados para que se ofereçam com o Filho pela salvação do mundo e anunciem o Reino de Deus. Nessa consagração, em nossa história pessoal, na vida familiar e vida paroquial, fomos nos colocando diante de Jesus Cristo e fomos nos decidindo diante d'Ele de modo muito diversificado.
As pessoas que respondem ao chamado para servir a Deus na vida religiosa assumem um compromisso não somente com Pai que os chama, mas sim com toda a Igreja. Buscam vivenciar a experiência do sagrado em sua vida e tem por missão profética levar o Cristo para muitos que tanto necessitam.
Há pessoas que Jesus chama para ser Igreja e são os batizados (todos), chamados à santidade e ao trabalho pelo Reino sendo luz, sal e fermento para o mundo. O mundo vai ser santificado por esse povo de Deus que é a Igreja. E há pessoas que assumem o seguimento mais radical de Cristo. Ele diz: "Vem e segue-me". Essa palavra ilumina muito a compreensão sobre a Vida Consagrada. É claro que podemos dizer que todo cristão é chamado: mas aí se trata de um chamado especial. Jesus Cristo não disse isso a todos.
Ser consagrado hoje implica ser pessoa livre. A consagração é entrega incondicional nas mãos de Deus. Ser disponível, para dizer sim ao seu chamamento. Ser homens e mulheres centrados em Deus, com uma vida espiritual intensa. Rica do Amor de Deus, capaz de amar a Deus e de deixar-se amar por Ele. Para que possa assim amar os irmãos e deixar-se amar por eles. Identificados com o carisma, espiritualidade e missão designada por Deus e incentivada pela Igreja. VANDERSON BOLIS

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O Sacramento da Ordem



A ordem é um serviço a comunhão eclesial e para a edificação do Povo de Deus. “Os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para serem, em nome de Cristo, pela Palavra e pelas graças de Deus, os pastores da Igreja”. (CIC 1535).
Ordem indica um corpo eclesial, do qual se passa a fazer parte, mediante uma especial consagração (Ordenação), a qual, por um particular dom do Espírito Santo, permite exercer um poder sagrado em nome e com a autoridade de Cristo para o serviço do povo de Deus.
O sacramento da Ordem se compõe de três graus, o Episcopado, o Presbiterado e o Diaconado. Todos consagrados para servir ao Povo de Deus.
A Ordenação Episcopal confere a plenitude do sacramento da Ordem, faz do Bispo o legítimo sucessor dos Apóstolos, insere-o no colégio episcopal, partilhando com o Papa e os outros Bispos a solicitude por todas as Igrejas, e confere-lhe a missão de ensinar, santificar e governar. O Bispo, ao qual é confiada uma Diocese, é o princípio visível e o fundamento da unidade dessa Igreja, a favor da qual exerce, como vigário de Cristo, o ministério pastoral, sendo ajudado pelos presbíteros e diáconos.
O efeito da Ordenação Presbiteral é a unção do Espírito que assinala o presbítero ( Padre) com um caráter espiritual indelével, configura-o a Cristo sacerdote e torna-o capaz de agir em nome de Cristo Cabeça. Sendo cooperador da Ordem episcopal, ele é consagrado para pregar o Evangelho, para celebrar o culto divino, sobretudo a Eucaristia, da qual o seu ministério recebe a força, e para ser o pastor dos fiéis.
A Ordenação Diaconal configurado a Cristo servo de todos, é ordenado para o serviço da Igreja sob a autoridade do Bispo, em relação ao ministério da Palavra, do culto divino, da condução pastoral e da caridade.
Para cada um dos três graus, o sacramento da Ordem é conferido pela imposição das mãos sobre a cabeça do ordenando por parte do Bispo, que pronuncia a solene oração consecratória. Com ela, o Bispo invoca de Deus, para o ordenando, a especial efusão do Espírito Santo e dos seus dons, em ordem ao ministério.
A Igreja confia o Sacramento da Ordem a homens “retirados do meio do povo” para exercer o serviço especifico da comunhão eclesial, atendendo as necessidades espirituais dos fiéis. Mais para isso a um grande acompanhamento vocacional e principalmente espiritual, para um bom discernimento.
Este sacramento dá uma especial efusão do Espírito Santo, que configura o ordenado a Cristo na sua tríplice função de Sacerdote, Profeta e Rei, segundo os respectivos graus do sacramento. A ordenação confere um caráter espiritual indelével: por isso não pode ser repetida nem conferida por um tempo limitado.
Diarley Nitz

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

TRIDUO RAINHA DA PAZ

S Maria de Jetibá ES 11,12,13 de agosto de 2011

1º Dia 11/08 – quinta feira 19 horas
Tema: Nossa Senhora Rainha da Paz nos ensina a procurar o perdão sem limites, pois só assim encontraremos o Reino de Deus
Padre convidado: Pe Nathan, SVD
Vigário Paróquia Divino Espírito Santo- Santa Leopoldina-ES

2º Dia 12/08 – sexta feira 19 horas
Tema: Nossa Senhora Rainha da Paz nos ensina a viver a plenitude do amor na vida conjugal e religiosa
Padre convidado: Pe Alexandro F. Barbosa
Vigário da paróquia Bom Jesus – Novo Horizonte em Cariacica - ES

3º Dia 13/08 – sábado 19 horas
Tema:. Nossa Senhora Rainha da Paz nos ensina a amar nossas crianças
Padre convidado: Pe Antonio Renato Coutinho
Pároco da Paróquia Ssma Trindade – Aribiri Vila Velha ES

Dia da Festa 14/08 – domingo 09 horas
Tema: Nossa Senhora Rainha da Paz nos ensina a ter fé na misericórdia divina
Padre Ermindo Rapozo de Assis – Pároco de Santa Maria de Jetibá-ES

Obs: em todos os dias faremos as leituras do dia da semana, os paramentos seguem as cores do dia da missa.